Bonito, Mato Grosso do Sul - 18 de Janeiro de 2020
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Projeto Gemini com Will Smith entra em cartaz nos cinemas brasileiros

O filme traz o ator confrontando ele mesmo em sua versão mais jovem, totalmente digitalizada.

Com informações de Observatório do Cinema e Revista Galileu - Ketlen da Silva
Em 09 de Outubro de 2019 às 15h10
(Divulgação)

Nesta quinta-feira (10), o longa “Projeto Gemini”, novo filme estrelado por Will Smith, chega aos cinemas com críticas bastante divididas. O novo projeto da Paramount Pictures traz como protagonista o assassino de elite Henry Brogan, interpretado pelo ator, que se depara com a missão árdua de enfrentar um oponente que é nada menos do que um clone mais jovem dele mesmo.

Na trama, o protagonista está prestes a se aposentar e sente remorso por conta das pessoas que matou em nome do heroísmo, passando a questionar se não seria apenas um fantoche de um sistema muito maior que sua determinação em cumprir missões. Enquanto isso, a organização responsável por contratar o assassino de aluguel pretende aposentá-lo de maneira definitiva: eles desenvolvem um clone mais jovem de Henry Brogan, que é enviado para matar a sua versão mais velha.

Em Projeto Gemini, o clone parece ser tão humano quanto seu progenitor e foi computadorizado inteiramente com base na atuação de Will Smith. A réplica, chamada de Junior, tem 23 anos, enquanto que o protagonista tem 51 anos. É um personagem feito do zero a partir da técnica de computadorização CGI (a mesma utilizada no live-action de Rei Leão) e que faz os mais velhos relembrarem o trabalho do artista na mais famosa série “Um Maluco no Pedaço”.

Em entrevista para o Cinema Blend, Lee explicou porque optou por uma cópia inteiramente digital da versão mais jovem de Smith, que atende pelo nome de Junior no filme.

 “Mesmo em 60 frames por segundo, e não 120 em 2K, é uma técnica diferente de se assistir um filme normal. É diferente, você tem que fazer o filme de forma diferente. Eu acho que, por conta disso, me fez querer criar o Junior, porque não podemos colocar maquiagem, apagar rugas e fazer um penteado diferente só para chamar de ‘mais jovem’. Nem escalar o filho de Will Smith e chamá-lo de ‘clone’. Essa mídia não permite isso”, explica Lee.

Com isso, não somente o personagem, mas também o filme inteiro fica totalmente nítido. Isso porque foi gravado em 120 FPS (“frames per second”, ou quadros por segundo) e está sendo exibido em 3D+ com uma projeção de 60 FPS, enquanto os filmes geralmente são passados em apenas 24 FPS. A experiência no cinema fica bem imersiva, pois o 3D+ não está apenas nas cenas detalhadas: até mesmo nos ambientes internos é possível perceber a profundidade.

Mary Elizabeth Winstead (Aves de Rapina), Clive Owen (The Knick) e Benedict Wong (Doutor Estranho) completam o elenco principal. O vencedor do Oscar, Ang Lee (As Aventuras de Pi, O Segredo de Brokeback Mountain), dirige o filme que será exibido em 60 FPS no Brasil.

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